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Uma carta às emoções

Por Medo da Pressa

cartas

Ao medo, minha gratidão. Limites não foram ultrapassados, dores foram evitadas e cuidados foram tomados. É verdade que você pode até ter tirado de mim a chance de vivenciar experiências maravilhosas – algumas das quais eu poderia me arrepender profundamente depois. Mas não posso deixar de reconhecer que você pôs minha cabeça no lugar quando eu estava à beira da loucura. Muito obrigado.

À esperança, minha dívida. Honestamente, não sei se um dia serei capaz de quitá-la. Perdoe-me. Já não consigo mais contar o quanto de mim devo a você. Sonhos, desejos, forças e fôlegos são apenas algumas das muitas coisas que pude extrair de você. É incrível como, até mesmo quando gerada por meio da tristeza, você é a chama que me impulsiona a ir adiante.

À dor, meu reconhecimento. Você não é fácil. Nem um pouco fácil. Mas você me fez real. Sei quem sou porque passei por você, te senti na pele, e mais ainda no coração. Sempre ouvi falar que você deixa marcas, mas após o nosso encontro vejo que “lembranças” seria o termo mais adequado. Sei que ainda vou te encontrar esporadicamente, mas aprendi a te superar. Melhor, entendi como te entender. Por isso, cada encontro contigo é um crescimento.

Ao amor, minha vida. Tudo o que há de bom nela. E o que há de não tão bom assim. Você pode não saber, mas foi por meio de você que conheci o medo, a esperança e a dor. Você me gerou, e agora eu posso te gerar. Tamanha é sua importância que até sua ausência é notável. Não é à toa que te vejo em cada detalhe do dia, em suas diferentes formas de expressão – musicado, fotografado, gesticulado, vivenciado. Respeitoso como ninguém, você não se impõe. Se faz uma escolha, um desafio. Um desafio que eu decidi enfrentar todos os dias e, confesso, estou (te) amando.  

eric

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Eric Leuthier 22 anos. Publicitário e músico tentando descrever o mundo do ponto de vista dele (com a ajuda de algumas lentes).

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Versoteca

Por Izabela Melo

 

Eu acho que umas das coisas mais lindas da internê é essa possibilidade de contato com projetos bacanas e criativos. Pra mim, é questão quase que de sobrevivência passar umas horinhas do dia procurando coisas legais. E uma das descobertas recentes que tem me inspirado bastante é o Versoteca que reúne trechos de músicas, filmes, poesias e frases e deixam o dia um pouco mais feliz. Porque nada como dar um pausa no trabalho e ler uma frase fofa assim. ♥

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O mais legal é que todo mundo pode participar, sugerindo uma frase aqui que pode virar um poster lindo assim.

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O medo da pressa

Por Medo da Pressa

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Certa vez ouvi alguém dizer que anda devagar porque já teve pressa,
e que agora leva consigo um sorriso, afinal, já havia chorado demais.

Pressa.

Seria ela a causa principal das lágrimas expurgadas? Decidi não arriscar,
ganhei aversão a ela, um certo medo, um desprazer.

Se ela é capaz de ocasionar noites em prantos, concluo que seu oposto
gera os mais belos e sinceros sorrisos.

Decidi sorrir.

O medo da pressa me permite ir mais calmamente, no meu ritmo.
Meu passo, meu compasso. Apreciando a beleza que há na própria beleza,
e não só nela, mas também na simplicidade que há no universo ao meu redor.
Tantas cores, tantas formas, tantos sons. Tanta alegria para a alma, tanta paz.
Uma verdadeira quebra nesse caos urbano.

Se minha felicidade está condicionada a isso, declaro: eu tenho medo da pressa.

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eric

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Eric Leuthier

22 anos. Publicitário e músico tentando descrever o mundo do ponto de vista dele (com a ajuda de algumas lentes).

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Disforme sua desinformação

Por Vitória Cabral

Okaay, geralmente sou menos autoritária, rs, ou não né?! Mas enfim, o post de hoje vai falar mais uma vez de coisa bela! Sim, adoramos esse conceito, só que muitas vezes a gente acaba formando nossos conceitos em padrões externos e isso acaba virando um referencial tão forte que quem não se enquadra pode acabar fazendo de um tudo pra entrar na forma. Hoje falo sobre o peso como padrão de beleza.

ok

Quando falo que independente da forma e peso devemos nos encontrar no que há de belo pode parecer conversa de gorda, okay, na verdade a minha mente é kkkkkk, mas independente do meu peso, que não é tão grande, defendo fielmente as gordinhas. Não sou do time das magérrimas e nem jogo nas gordinhas, mas eu acho essencial você se sentir bem com seu peso. Cara, não adianta ficar na neura de voltar a vestir o 38. Meu pensamento é: só mudo se for caso de doença. Um dia desses eu estava na butique de uma amiga, e falávamos sobre nosso peso e das amigas né kkkkkkk daí falei que queria uma saia mas que provei e não fechou, okay, vida segue e fiquei com outra MT mais linda *—* Eu penso da seguinte forma, não somos nós que devemos lutar pra entrar numa roupa e sim devemos pegar aquilo que nos cai bem, que veste bem, que fique lindo, poxa. E independente de qualquer coisa podemos pensar assim quando uma roupa não nos cabe (no meu caso da saia): foi triste pra ela meu bem, eu não perdi a saia ela que me perdeu, afinal de contas eu posso ter outra(s) saia mas ela já não pode mais se apropriar do meu corpinho u.u kkkkkkkkkkkkk

Gatas leitoras, relaxem, isso é, façam exercício e se alimentem BEM sempre, mas não se abalem com isso, se você também tem uma meta e quer alcançar um peso ideal, também vá nessa e boa sorte. É magra e sofre do trauma da Olívia Palito? Gata relaxa que isso é puro recalque kkkkkkkkk o importante antes de tudo é se aceitar. E se você quer mudar, vai nessa, mas antes tenha calma e como já disseram “mude, mas comece devagar porque a direção é mais importante que a velocidade”. Ahh, e isso me faz lembrar de uma leitura já comentada aqui no blog, do livro da Costanza Pascolato – Confidencial. Pra quem já está satisfeito e pra quem planeja mudanças ;]

E agora os looks da Ju Romano do Entre topetes e vinis e da Alegra do Dollface que mostram que não precisa ser magérrima pra se vestir bem e ter estilo:

ok1 ok2 ok3

 

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