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1 Filme, 1 Palavra, 1 Música

Por Vitória Cabral

Há quem não curta carnaval de rua e o melhor badalo para pessoas – assim como eu – é muito Netflix e coisa e tal ahahah.

Como meus planos de viagem deram para trás eu já fui fazendo o esquenta e vendo muita coisa boa e resolvi criar essa série de posts carnavalescos para que você não fique morgado em casa, né non?

1. Uma pedida maravida é o filme O Doador De Memórias ♡ ele é simplesmente lindo, emocionante e faz um resgate em questões reflexivas da humanidade, mas não, ele não é do cenário cult, passaria no Telecine Pipoca mesmo hahaha e ele tá no Netflix. Sobre o elenco: a Meryl Streep tá lá, bem divosa, mas não tanto no estilo de O Diabo Veste Prada - Miranda Priestly , rainha. Também apareceu uma mocinha que é a cara da Bruna Marquezine. No geral a fotografia do filme é linda e mescla muitos cortes com cenas lindas em um olhar antropológico da humanidade. É um filme que dá vontade de viver e vontade de lutar por um mundo melhor.

filme5

Obs.: eu achei esse lance da maçã uma parada massa – só isso msm hahaha

palavra

2. Diante desse filme eu só posso dar uma palavra para vocês hoje: Amor. O amor é o que nos move, une, fortalece, as más escolhas em nome dele não. O amor, nesse contexto, vai além do âmbito carnal. Amor ao próximo, amor em tudo que há.

musica

3. Uma música para você agora só poderia ser essa aqui, aperte o play e divirta-se:

Histórias Cruzadas

Por Vitória Cabral

Ontem eu vi que o filme Histórias Cruzadas estava disponível no Netflix, eu estava desolada por ter terminado a segunda temporada de Orphan Black [vou esperar a 3ª entrar no Netflix, não vou baixar, me deixe], o filme era uma ótima opção de consolo, afinal de contas desde que ele foi indicado ao Oscar eu tive vontade de ver, mas acabei adiando esquecendo. Apertar o play e seguir 2 horas e 27 minutos foi a melhor escolha.

(via)

Sei que muitos já sabem sobre o que se trata o filme, mas vamos olhar a partir da minha ótica, oka!? Óootimo! Numa cidade sem noção onde os negros podem cuidar de crianças brancas, cozinhar para eles, mas usar o mesmo banheiro seria algo repugnante aos olhos dos racistas hipócritas, pois, segundo estes, os negro poderiam transmitir doenças. Realmente, faz todo sentido do mundo, né!? Nesse cenário lindamente preconceituoso a figura de Skeeter, uma garota que mesmo sendo branca e rica não se enquadra nos padrões daquele meio social e decide contar a história das empregadas negras sobre o ponto de vistas delas. Enquanto a construção do livro se desenvolve várias histórias se cruzam, por isso adorei a tradução do título pro Brasil, fez muito mais sentido. Dentre as histórias cruzadas tem a história pessoal de Skeeter, relacionamento com as amigas racista, seu primeiro namorado, seu relacionamento conturbado com a mãe e a busca pelo que de fato aconteceu com sua babá, também negra.

É uma ótima opção pra quem vive reclamando que não tem nada pra ver no Netflix.

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